Arquivo do mês: setembro 2012

Trebaruna

Coisa plena acelerada

Adaptação quando toma forma de entidade

Ilumina e dissolve o adverso sem  ousar parecer mais fácil

Trasgo infeliz parido impaciente às coxas do verão passado que vem morrer satisfeito à genitália de mais uma primavera

Só serviu para arrancar do chão as toras que serão o alicerce de um futuro lar

Sua vida curta e truculenta possui nobreza indiscutível e dá caráter harmônico a polifonia atonal do curso da vida

A deusa caprichosa benzedeira de mais esta casa, escreve em suas paredes a reza de ciclos eternos, jogando ao vento fagulhas e chamas de inimizade com o para sempre

O que é seu

você um dia guardou

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TA KUO

O desabamento de um interno denso sobre estruturas externas desgastadas

Algo como a explosão do íntimo

Se não calculada – desastre iminente

Se controlada – certo sucesso

 

Seis na sexta posição

 

Infortúnio – porém – nenhuma culpa!

Coragem no caminho deste herói, sempre foi assim não é mesmo?

 

Tempo para observar a aranha que enlaça a lagarta

Serenidade para atribuir aos raios de sol que trespassam as folhas das árvores, qualquer propriedade curativa.

Maturidade para compreender o que a própria signifca

Alecrim, salsa e tomilho – para sempre!

 

O sino dos ventos me lembra a infância hippie que mal vivi

anuncia, contudo, harmonias fundamentais que doutrinam o comportamento

 

A data desfavorece, no entanto, cá estou…

…em paz.  


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